Publicado por: Paulo Fragoso | 17/10/2013

Crónica desanimada

Estou a escrever estas linhas num estado de desânimo. Cheguei à conclusão que esgotei a minha fonte de ânimo. E não é de ânimo leve que estou digo isto. A maioria acha que lá por ter uma profissão que me expõe publicamente tenho que ser diferente, tenho de fingir que não sou tão de carne e osso como qualquer outro que me ouve ou me lê. Mas as coisas não são bem assim. Também tenho os meus momentos fracos, os meus dissabores, as minhas tristezas, os meus desalentos, a minha falta de esperança. Porque não penso só em mim. Aliás, porque penso mais nos outros, naqueles que me são próximos, naqueles que eu vejo cabisbaixos no presente, e naqueles que não vejo com futuro. Eu tento, palavra que tento ser optimista e esperançoso. Só que há horas e horas, momentos e momentos. Agora, nesta hora, esta crónica é desanimada. Tenho esperança que a que escreva outro dia seja bem diferente, para melhor.

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Responses

  1. Bom dia, Paulo Fragoso,

    Recebi esta sua crónica e um minuto depois recebi o texto em inglês que lhe envio abaixo. Como acredito que tudo tem uma razão para acontecer achei que embora o mesmo me tivesse sido endereçado, o Paulo poderia também beneficiar dele. Se assim não acontecer, peço desculpa pela minha presunção mas enviei-lho com a melhor das intenções.

    Abraço solidário.

    Isabel Maria
    —————————————

    “Remember that time you totally lost it? You were a hot mess of chaos and emotion, unsure whether you’d ever pull it together again.

    Yet, you did, as you always do. But do you realize you did more than pull it together?

    Every time things fall apart, you get just a wee bit closer to me. In the depths of your despair, we find each other and remember who we are. When we do, we plant the seeds for greatness. Flowers always blossom a short time later.

    Remember, sometimes it takes breaking down to break through.

    With sun and water,

    Your Inner Pilot Light”

  2. Olá Paulo,
    acabei de ler o teu desanima que acabou por ser um desabafo. Por isso cá estamos para partilhar tristezas. alé do texto desta senhora, hoje li também uma coisa que me deixou a penasr: O melhor da vida é o que aí vem. Não porque seja uma frase muito original ou optimista, mas pela simples razão de que muitas vezes achamos que sabemos tudo, que imaginamos como tudo vai ser e de repente tudo muda. Eu gosto de pensar que não sabemos tudo e que a vida é mesmo um mistério. Um bj e cá estamos para o que aí vem 🙂


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