Publicado por: Paulo Fragoso | 02/10/2009

Bom, mau…e o vilão???

Até que ponto se pode entender o que é bom e o que é mau? Quem determina o que é bom e o que é mau? Que direito tenho eu de julgar o que é bom ou mau? Quantas vezes acontece termos algo bom em mãos que, com o tempo, se transforma em algo mau? E o que é mau que, num abrir e fechar de olhos, fica bom? serão demasiadas questões e dúvidas mas uma certeza: quando o meu bom e o meu mau colidem com o de outrém, rebentam as discussões, as lutas e até mesmo as guerras. Sim porque o que é bom para mim pode ser mau para outro, um gesto, uma palavra, uma gargalhada, uma chuvada ou simplesmente um cheiro. Qual é o fundamento lógico para decidir o que é uma coisa e o que é a outra? se é que existe isso.

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Responses

  1. olá! o bom e o mau são tão relativos quanto um copo de água se tens cedo ou se simplesmente está sereno e satisfeito fisica e psicologicamente.

    e os cheiros por vezes se pode ficar deliciado com o cheiro de terra molhada após uma chuva de outono ou um dia mais solarengo e até o quentinnho e abafados nos conforta. aquele abraço e bem-haja pela alimentação deste blog.

  2. Existe, dizem os entendidos uma idade que é a “idade da razão”.
    Quando entra uma pessoa na idade da razão??? Se calhar estou doente há quarenta anos e nunca me apercebi disso. Mas há sempre um dia em que uma pessoa tem que enfrentar a realidade, sob o risco de ser internada por ter algum tipo de falta de sanidade mental, pancada, doideira, triplex e afins…
    Não vivemos num mundo só nosso, vivemos num mundo de “cada cabeça sua sentença”, para os outros nós temos de adaptar-nos a eles tem de adaptar-se a nós.
    Passamos dias em jogos de força, em jogos de “razão”, e os dias vão passando assim…
    Vivemos num mundo de “fórmulas”, não conseguimos viver com a diferença, hoje em dia as relações são “calculadas matemáticamente”, sejam elas quais forem.
    Respeitar, confiar, aceitar, se não for assim nunca ninguém entenderá o significado de “para o bem e para o mal” e anda meio-mundo a perder meia-vida a tentar acertar em conceitos que o coração não conhece…
    Se calhar vou continuar doente mais uns anos, vou deixar isso da “idade da razão”, para quando eu achar que tiver de ser, se é que algum dia vou achar que tem de ser…

  3. Está lá tudo. Praticamente não tenho de acrescentar muito mais, a não ser: tens toda a razão!
    Já agora, outra coisinha: porque será que não podemos viver literalmente sós, à nossa maneira, sem chatear os outros e vice-versa? Ai a sociedade, a sociedade…

  4. O importante é defendermos os nossos ideais, ou seja:
    Parece estúpido não sabermos descrever as coisas mais simples mas criticarmos o alheio de maneira tão sucinta. Felizmente não o faço, pois os meus telhados são quebráveis.
    Não consigo passar para o papel o som do isqueiro que acendeu o meu vício e saciou o meu desejo. Não saber quem sou apesar de noites a fio que passo em branco questionando-me a mim mesmo quem serei. Talvez seja melhor assim…. Os enigmas fascinam-me …. O que está por detrás do pano…Tudo o que não vejo mas teatralizo a meu modo… Sem temer nada nem ninguém…. A idealização é apenas minha… A magia ou pesadelo. Mas será sempre a magia…! Sempre…
    Sei quem sou à minha maneira. Porque falo com a verdade… O meu espelho… O único amigo sincero que tenho…. Aquele que me diz as verdades e mentiras. Mentiras que eu crio para mim mesmo quando me quero enganar, mas proporcionais ás verdades que vivo e vos confunde.
    (Assim sou eu) …………………………………………- ……………………….
    Nunca queiras ser aquilo que não és… Sê tu… Eu sou eu!
    (Assim sou eu) …………………………………………- ……………………….!
    Quem és?!

    Nuno C.
    31/01/2009 ou 01/02/2009 – Eram precisamente 00:00 qd findei a crónica.Tb nasci a essa hora… Logo a data das minhas primeiras lágrimas, se chorei como é normal, tb é incógnita.Vivo dois dias apenas em um?Tavez…

    Fernando Pessoa num momento escreveu isto:

    Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
    Não há nada mais simples.
    Tem só duas datas – a da minha nascença e a da minha morte.
    Entre uma e outra todos os dias são meus

  5. Humm… acho que não existe nada mais relativo no mundo do que os conceitos de bom e mau, certo e errado…

    O que pode ser ótimo para mim, é pessimo para o meu vizinho e vice-versa. Meu pai costumava reclamar, quando era ele o cozinheiro, quando nós não comíamos algo com um “ah, o mais gostoso vc não come?” ao que, ivariavlmente levava de volta uma resposta do tipo “ah, se é tão bom, então come o senhor!” – acho que ele não ficava muito feliz – mas, está aí um típico anátema dos conceitos bom e mau.

    De outro modo, uma coisa que é muito boa, em pequenas quantidades, em excesso fica um horror!
    Vale lembrar que a única diferença do remédio para o veneno é a quantidade, né?

    abraços.

  6. Não há bom nem mau, há o “assim, assim”!
    Por vezes vivemos momentos que na hora nos parecem ser o pior que existe, o pior que nos está a contecer, mas depois há sempre alguma coisa, alguem que nos dá uns abanões, tipo “acorda, não é o fim do mundo”, dão-nos força, e assim lá conseguimos levantar de manhã, dizer bom dia ao vizinho com um sorriso! Eis o bom e o mau a tranformar-se no “assim, assim”, mas… o raio do vilão, mesmo ignorado, anda sempre a rondar-nos! Vamos lá, passar-lhe com o carro por cima, espalmadinho como um crepe…, acabar com ele!

  7. Nem tudo tem de ser BOM ou MAU…

    Na verdade o fundamento lógico para decidir o que é uma coisa e o que é a outra depende da perspectiva com que é utilizado… O que para uns é BOM para outros é incomparavelmente MAU!

    E ainda, nem tudo o que nos acontece ou vemos à nossa volta tem de assumir um dos extremos… Pode haver um meio termo, em que a coisa nem é BOA nem MÁ! Pode até uma coisa ser MÁ de inicio e mostrar-se BOA no final e vice-versa!

    Isto do BOM e do MAU tem muito que se lhe diga!
    Há coisas que são invariavelmente BOAS ou MÁS e quem não as distingue talvez não seja dotado da dose certa de bom-senso… Mas há outras coisas que cuja categorização de BOM ou MAU é bastante subjectiva!


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