Publicado por: Paulo Fragoso | 23/01/2008

Livre?

A que cheira a liberdade? Muitos são os que dizem que nos dias de hoje há demasiada liberdade. Tem o seu quê de fundamento por mil e uma razões. Mas também é verdade que pouca ou nenhuma liberdade nunca fez bem a ninguém, ou a quase ninguém.Assim sendo, em que ficamos? qual é o prato da balança que se afunda? Se perguntar aqui o que se entende por “liberdade”, tenho a certeza que surgirão dezenas e dezenas de definições diferentes. O mal, por assim dizer, é que cada um tem a liberdade para definir o acto como bem entende. Cada um é livre de o perfumar a seu gosto. A liberdade é das coisas mais bonitas que se pode conquistar, mas há que saber doseá-la. Tal como quando se vai perfumar:têm que ser aquelas borrifadelas. Nem a mais,para não enjoar, nem a menos, para não passar despercebido.

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Responses

  1. A Liberdade cheira a campo verde polvilhado de papoilas e malmequeres. É pelo menos isso que sinto quando vejo um prado assim: dá-me vontade de correr por ele fora de braços abertos e cabelo ao vento. Isso de “demasiada liberdade” é quando entramos demasiado no interior de outra pessoa e não a deixamos respirar… mas também podemos estar a fazê-lo com a melhor das intenções! Depende da análise e do sentimento de cada um.

  2. A nossa liberdade acaba exactamente no dia em que nascemos, estávamos lá na mami tão descansadinhos, sempre quentinhos, sempre protegidos, depois do esforço para nascermos levamos logo umas palmadas para chorar…não é justo :((( Se a vida fosse ao contrário a Liberdade teria um outro sabor….

    “A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

    Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Entãotrabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua reforma. Aí curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

    Vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?”

    Charles Chaplin


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